Peixe-elétrico #06

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Nesta edição:

 

Sobre os princípios – ARCADIO DÍAZ QUIÑONES

Neste ensaio, o crítico porto-riquenho pensa a respeito das relações dos escritores e intelectuais com a tradição, ou seja, como a imaginaram e como falam dela. Os editores da Peixe-elétrico e Pedro Meira Monteiro também entrevistam o intelectual.

O legado da escravidão: parâmetros para uma nova condição da mulher – ANGELA DAVIS

A norte-americana reinterpreta o papel das mulheres durante a escravidão para estabelecer novos parâmetros para a luta feminista.

Mulherio

Oferecemos ao leitor quatro páginas fac-símile da histórica revista Mulherio, com ilustração de HENFIL.

 

Por que os ricos adoram o Burning Man – KEITH A. SPENCER

Da revista JACOBIN, parceira da Peixe-elétrico, publicamos um artigo que analisa a atuação dos milionários do Vale do Silício e como a filantropia deteriora pilares democráticos. Tudo embalado por música eletrônica no festival Burning Man.

 

Transmissão de pensamentos – PETER SLOTERDIJK

O filósofo alemão trata da transmissão de pensamentos e como essa ideia foi rejeitada ou aceita durante a modernidade.

 

Diário do sertão – Laura Erber entrevista Aziz Ab’Sáber

Um mergulho no sertão e nas memórias de um grande intelectual engajado.

 

Perder e ganhar um país – FRANCESCA ANGIOLILLO

A jornalista viaja à Etiópia e se vê  sem referências para entender o país africano.

 

Pequena autópsia de um povo sem alma – BRUNO WALTER CAPORRINO

Um relato da experiência com o Programa de Formação de Pesquisadores Wajãpi e de sua quase morte nas redes do SUS do Pará.

 

Conflitos ontológicos na psicanálise – AMNÉRIS MARONI

A guerra entre escolas dentro do campo da psicanálise é o tema do ensaio.

Barbárie e barbárie – RONALD POLITO

Na resenha desta edição, Polito enxerga duas saídas no romance A vista particular: barbárie e barbárie.

Como desenhar crianças – MARCELO AMORIM

A edição é ilustrada com a série de pinturas Primeira leitura. Desenhos singelos mas carregados de ideologia e poder. Texto de PAULO GALLINA situa a obra de Amorim.

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